Exterminador do Futuro: Salvação Junho 12, 2009
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Venho aqui escrever minha crítica a mais este capítulo da “exagerada” franquia Exterminador do Futuro.
Em primeiro lugar, como poderia viver um filme de Exterminador, sem “O Exterminador”?
Bom, vamos às respostas…
John Connor interpretado por Christian Bale é verdadeiro e transmite verdade como líder conceitual da resistência humana às máquinas, inclusive tendo um par romântico (apático para os padrões da bela Brice Dallas Howard), mas que não compromete e dá ao Connor da história uma similaridade com os humanos que ele lidera, afinal ele é homem, tem uma mulher e vai ter um filho.
A bela Blair, funciona como o colírio aos olhos dos homens que irão ver o filme, de pontinha secundária, ela ganha destaque por suas curvas e pelo envolvimento com Marcus Wright, que não sabe quem é, nem porque está vivo depois de receber a injeção letal a que foi condenado 15 anos antes.
Por falar em Marcus, ele é o fio condutor do filme, que liga os fatos a uma possível vitória definitiva da resistência à Skynet, através de uma investida estratégica e ao mesmo tempo descerebrada de seus líderes, que na ânsia pela vitória se parecem com o governo americano louco pra derrotar Iraque, Afeganistão e mais recentemente Irã e Coréia do Norte, achando que se atacarem com tudo, vão vencer, não importam os efeitos colaterais.
Nisso temos um interlúdio da história de vida de Connor, seu passado, seu futuro e seu passado do futuro, onde se ele não impedir um evento cataclísmico, o espaço tempo será modificado e ele deixará de existir no presente se sua existência no passado deixar de existir!!!…Muito De Volta Para o Futuro Doc Emmet Brown??????hahahahaha
Mas sim, Connor tem que impedir que KYle Reese, seu pai do futuro morra antes de voltar ao passado para alertar sua mãe acerca dos exterminadores.
A história é bem desenvolvida e amarrada por uma ação muito boa, quase no nível de Exterminador do Futuro 2, no entanto o enredo peca por não fazer menção, nem mostrar as tais viagens do tempo (talvez pelo fato de a Skynet ainda não tê-las descoberto, nem a resistência), e por mesmo John sabendo que as viagens existem e tentando impedir que seu pai morra no futuro, nem faz menção direta ao fato de que ele fará tal viagem.
Porém se compararmos com o Exterminador do Futuro 3, o novo filme dá um banho no terceiro, que embora fosse “bonzinho”, era totalmente descartável do ponto de vista cronológico e meio bizarro em comparação aos antecessores, até mesmo na ação.
Os efeitos especiais estão dignos da franquia, e a ação como disse se mantém em alto nível, com destaque para Marcus em ação, Connor como líder em ação, que é tão vulnerável quanto qualquer um, mas é um “deus” perante seus iguais.
Algo muito emocionante foi ouvir You Colud be Mine do Guns, mesmo que por alguns momentos, e lembrar dos velhos tempos, velhos tempos estes que nos levam para dentro da Skynet e para a linha de montagem dos T-800, que seriam os novos exterminadores do futuro, e que conhecemos bem, pois são os exterminadores do passado.
Justamente ai podemos encarar o filme passado no futuro como sendo um prelúdio do passado, onde creio que logo após os eventos a Skynet descubriria como voltar ao passado para matar a mãe de Connor já que não mataram Kyle, e enviaria um T-800 conhecido de todos nós, funcionando como gancho para que a nova trilogia possa seguir justamente essas descobertas e eventos do futuro do passado.
Já o clímax do filme, as cenas finais, explicam o papel de Marcus como homem-máquina que decide ser homem, mesmo sendo agora apenas uma máquina.
Além de responder nossa pergunta inicial…como poderia viver um filme de Exterminador, sem “O Exterminador”?
Na verdade não pode, e lá está, surgindo por trâs de uma porta de aço, o nosso querido e malvado T-800, Arnold Bombado Schwarzenegger…carismático como sempre, mesmo que digitalmente reproduzido…e vamos confessar…esse é o clímax do filme…
Enfim, um ótimo filme de ação…um bom filme da franquia e quem sabe um bom começo para o fim da história.
Abraços!